Terça-feira, 30 de Junho de 2009

Renato Russo

Renato Russo
Acho que nunca falei aqui no blog (nem no antigo nem no novo, isso me confundiu) que sou, de certa forma, fã do Renato Russo. Tá certo que ele já morreu, mas os fãs do Michael Jackson não vão deixar de lado só por que o cara passou dessa pra melhor (ou pior). Mas quando ele faleceu eu ainda estava na 1ª série do Ensino Fundamental (estou falando do Renato, não do Michael) e nem sabia quem eu era, quanto mais ser fã de alguém.

Eu comecei a ouvir quando foi lançada uma coletânea da Legião Urbana, com o título de "Mais do Mesmo" e minha mãe, com o incentivo de meu irmão mais velho, resolveu comprar. Não me pergunte quando foi isso, não vou me lembrar, minha memória não ajuda nesses casos. Comecei a ouvir com frequência e logo sabia cantar todas as dezesseis faixas do disco.

Algum tempo depois, meu irmão, muito mais bem resolvido socialmente do que eu, pegou emprestado o CD do Acústico MTV e, posteriormente, o disco ao vivo "Como é que se diz eu te amo". Ouvindo esses eu percebi que realmente gostava da banda.

Quando eu consegui um computador, na época ainda com internet discada e absurdamente deveagar, comecei a baixar algumas músicas, principalmente aquelas que não conhecia, para ver se realmente gostava.

Com a banda larga ficou muito mais fácil e logo tinha a discografia completa da banda, e mais algumas músicas solo do Renato Russo. Bem que eu queria comprar os CDs, mas na época a situação financeira não ajudou.

Recentemente (ou nem tanto assim), comprei três discos da Legião Urbana, além do livro "Renato Russo, o filho da revolução" que por sinal ainda não li.

(nem sei por que resolvi fazer este post, mas estava sem uma ideia concreta e não quero ficar muito tempo sem postar e... whatever)


Domingo, 28 de Junho de 2009

Ending...

Depois de meses sem postar, me parece que este é o fim deste blog. E não é por falta de ideias, porque isso eu tinha (e ainda tenho) muitas delas. Mas vejo que o blog acaba aqui.

Já faz tanto tempo que não, que não vejo sentido em continuar, por isso termino aqui...

... e começo novamente aqui.

Vou começar do zero novamente. "Um recomeço é uma forma de se encontrar" como diz Herbert Viana em sua canção "Sempre te quis".

Esqueçam o blog "Você Não Entende Nada" e agora só pensem no "VNEN". Este não é mais o post de número 50 e sim o de número 1. E tentarei recomeçar com a mesma força que comecei.

Estou oficialmente de volta à blogosfera, se vocês me permitirem.

Obrigado e até o próximo post.

Terça-feira, 17 de Março de 2009

Google Não Entende Nada

É interessante ver os termos das pesquisas que levam as pessoas até o Vnen. Vou citar alguns deles que ocorreram durante a existência deste blog, com alguns comentários, claro. Todas são reais e com a ortografia original.

como conquistar meu amor a primeira vista
Se é a primeira vista, não precisa conquistar. (e certifique-se que seu amor não tenha deficiência visual)

descobri que a amo depois que terminei com ela
Haha, se f** otário!

desculpa por não ser tudo que você esperava
Está desculpado.

estou c sono,não entendi direito depois vc seja mais claro e rápido
Tudo bem, pode deixar. Na próxima acenderei a luz (entenderam? rápido/velocidade da luz? ... deixa pra lá).

google causas da aminesia
Isqueci. (reparem no amInesia)

bala de menta na hora do amor
Ei, este é um blog de família!

goog vc leu o q digitei ai atras certo entao maos a obra blo goog
Não conhecia esse apelido do Google. Espero que dessa vez ele tenha entendido o que você escreveu, afinal, Google é um leitor assíduo. Até chamam ele de Google Reader.

nao entendo nada de carros
E nem eu.

naum entendo nada de guitarra
Eu sim.

loucuras com bala de menta
Cara, já disse que este é um blog de família!

vc nao se importa em ter me perdido
Não mesmo.

quase tudo o que você tem não é você
Hã?

um dia vou embora pra sempre, e voce não vai fazer nada
Não mesmo. [2]

voces não estão com nada não. tudo que pesquisei, não encontrei nada.
Huuu. Poderia escrever um post inteiro sobre isso, mas vou tentar imaginar quem é que ele chama de "vocês".

você não vai entende intende
Intendo.

youtube nao teria acostumado minha vida com voce
Hã? [2]

agora mesmo e q fiquei sem entender mesmo,seja + claro
Estou começando a pensar que o problema não sou eu (ou o Google) e sim você. Vá estudar um pouco e depois pesquise de novo.

o google não entende de nada
E nem eu. [2]


Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009

Bala de Menta - Parte IV


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Holy crap. Não acreditei. O homem que estava à minha frente era, além do provável pai da garota, meu supervisor. Sim, foi o meu chefe quem atendeu a porta. Penso no que ele poderia ter imaginado ao ter visto aquela cena.

"Err...", ainda estava meio assustado, "Acho que ela passou da conta, achei melhor trazê-la em casa". Ela estava semi-inconsciente e, ainda bem, não disse sequer uma palavra. Ele então a ajudou a entrar em casa. Antes de fechar a porta, o senhor me olhou e disse: "Na segunda a gente conversa".

"Estou perdido!", pensei. Como eu poderia imaginar que meu chefe rabugento teria uma filha tão bonita. Ou ainda que iria encontrá-la. Ou ainda que ela beberia demais. Realmente a sorte havia me abandonado. Não me restava dúvidas disso.

Tentei pensar numa desculpa aceitável. Inventar uma história que pudesse convencê-lo de que eu não havia feito nada de errado. E eu realmente não havia feito. Não me restou outra alternativa a não ser contar a terrível e inacreditável verdade.

Na segunda-feira, mal acabei de acertar o ponto quando ele me chamou. "Vamos para minha sala que quero conversar com você". Já estava esperando isso, não queria, mas esperava. O que não imaginava é que a garota estaria na sala dele para participar da conversa.

"Afinal, o que aconteceu?". Ele perguntou com uma expressão séria, como se eu tivesse cometido algum crime. Contei a minha versão da história, a verdade. De que nos conhecemos por acaso e que, pelo fato dela não estar em condições, resolvi levá-la até em casa.

"Hmm. É uma boa desculpa, mas porque não nos conta a verdade?". Olhei pra garota e então percebi. Minha ingenuidade não me permitira enxergar isso antes. A expressão de vergonha dela me dizia que ela havia mentido para o pai. Provavelmente inventara uma história para livrar-lhe a culpa. E jogá-la em mim.

É fato de que ela não sabia que seu pai era meu chefe. Mas difamar minha imagem assim também significa que não importava comigo. Não tinha inteções de levar aquilo adiante. Já que eu estava manchado para o pai dela.

Furioso, lancei um olhar fulminante para ela. Seus olhos vermelhos de choro se contraíram. Não que eu desejasse mal à garota. Mas ela tinha me feito algo horrível. Pelo menos, agora ela percebia isso.

"Eu estou vos contando a verdade". Com ênfase no 'estou' e propositalmente repetindo o plural que ele usou. Talvez meu olhar fulminante ainda não tinha cessado. Mas os resultados foram drásticos.

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continua...

[[depois de muito tempo resolvi continuar. acho que vai ter uns dois capitulos ainda. e a série que prometi no post anterior irá continuar. aguardem e comentem]]

Domingo, 22 de Fevereiro de 2009

Preconceito

Eu sou preconceituoso. E aposto que você já criou um preconceito só por ler isso. Mas peço que leia texto até o final, antes definir o que acha disso.

Acredito que o preconceito é um instinto. Toda nossa vida social é baseada nele, porque só de olhar alguém já imaginamos como esse alguém é, e pensamos se é um potencial amigo (ou inimigo). O nosso cérebro realmente funciona utilizando heurísticas.

Heurísticas não são nada mais do que métodos simples para raciocinar. Assim, podemos ter uma conclusão com muita rapidez, porém sem a certeza da precisão. O preconceito pode ser chamado de "Heurística de Representatividade", que consiste em definir algo que é novo pra gente baseando-se naquilo que já conhecemos.

Quando vemos alguém pela primeira vez, observamos suas roupas, seus gestos, sua voz e sua cor de pele, entre outros fatores visíveis (ou audíveis). Daí lembramos de características da personalidade de pessoas que conhecemos que tenham as mesmas (ou parecidas) características físicas. E atribuímos essa personalidade à pessoa que acabamos de ver. A relação que pretendemos desenvolver com essa pessoa depende basicamente de como achamos que ela é.

E isso é o preconceito.

Por isso digo que sou preconceituoso. Todo mundo é, já faz parte da natureza humana. Não é errado criar preconceitos, é natural. O que é errado, e essa é a parte que quero que entendam, é tomar as decisões baseadas nos preconceitos.

Discriminação baseada em preconceito é algo que não admito. Não podemos tratar alguém de forma diferente só porque "achamos" que é necessário. Temos que conhecer as pessoas antes de definir como iremos tratá-las.

Eu mesmo acabo, às vezes, achando que sou vítima do preconceito. Só porque tenho uma certa facilidade de aprender, porque sou nerd, porque estudo na USP, etc. Me tratam como se fosse um gênio. Só porque sou funcionário público, acham que não trabalho ou que sou rico. E eu não gosto disso, por isso não faço isso.

Espero que tenham me entendido.

P.S. Este post é um possível começo de uma possível série do que eu penso do comportamento humano em geral.
P.P.S. A única coisa que pesquisei foi pra ver se estava escrevendo certo a palavra "heurística". E eu estava.


Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009

Post da Semana

Eu consegui passar mais uma semana sem idéia para post. Não que minha vida seja muito atribulada, mas não me aconteceu nada interessante para comentar aqui.

Queria dar algo para os meus leitores (é sério, esse blog é pra vocês :-), mas minha criatividade resolveu tirar férias (e nem me chamou).

Estou revendo os planos desse ano e, provavelmente, o Vnen andará meio devegar (e sempre). Lutei muito no começo para erguê-lo (e fui até bem-sucedido, considerando tudo) e não vou abandoná-lo, mas quero dar uma ênfase pro meu novo projeto, que influencia mais na minha vida profissional.

Fiz pequenas alterações no layout do blog (whatever, ou não).

E meu resto de inspiração acabou de vez.

Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009

Sexta-feira 13

Na verdade, não ligo se hoje é sexta-feira 13. Eu não tenho superstições, elas dão azar.

Este post é só pra encher linguiça (sem trema). Eu poderia disfarçar e dizer que o conteúdo é realmente importante e interessante, mas não vou enganar meus (poucos, porém queridos) leitores. Poderia responder ao meme que a Juliana me passou, mas não estou com inspiração nem pra isso. Talvez em um futuro próximo (eu disse "talvez"). Me resta então, na incapacidade de criar, apenas copiar.

Hoje o dia é especial não só para os fãs do filme de terror, mas também para os geeks (como eu).

Às 21:31 (horário Brasília e de verão) de hoje, foi quando o timestamp do Unix atingiu o valor único de 1234567890. O que isso significa? Que se passaram 1234567890 segundos desde 01/01/1970 (ignorando os segundos bissextos). O que não é nada de especial, só mais um motivo pros nerds de plantão fazerem mais uma festa e interagirem socialmente (se bem que depois dos desastres na Campus Party, não sei se isso é bom).

Esse timestamp (que é padronizado pelo POSIX) expira em 19 de janeiro de 2038, num sistema de 32bits. Após essa data, o valor se torna negativo, trazendo muitos problemas. Algo como o bug do milênio.  E alguns podem acreditar que este será o fim do mundo, mas não viverão para ver, já que o mundo acabará em 2012, como já previram os Maias.

Este foi mais um post filler.

Domingo, 18 de Janeiro de 2009

Selo


Sem muita paciência pra postar, nessa época em que até os leitores ficam de férias, vou aproveitar pra agradecer o selo que a Barbarella me mandou.

Esse é o segundo do Vnen (ou Vnem, segundo ela), e o segundo enviado pela Barbarella. Obrigado, já coloquei ali na lista ->

Não sei se preciso indicar alguém, acho isso justo, mas tenho que pensar um pouco. Em breve eu coloco uma lista de indicados (ou não).

Post Edit:

Conforme o semi-prometido, vou indicar o selo para alguns blogs que considero super.
E não vou obrigar ninguém a repassar ;)

Terça-feira, 13 de Janeiro de 2009

Em busca do fusível perdido

Hoje minha irmã fez o favor de ligar o ferro de passar no filtro de linha que uso para ligar o computador (e o modem e o roteador wireless). Advinha o que acontece quando passa uma corrente elétrica de dez àmperes em um fusível de cinco àmperes. Sim, ele queima.

O reserva já tinho ido pro saco (de lixo) quando se espatifou só de eu pegar para ver se estava inteiro (e depois eu vi que o filtro estava fora da tomada ¬¬' ). E sabia que não havia fusível em casa que não estivesse em uso. Então, ou eu saía pra comprar um, ou ficaria sem internet. Como a segunda opção é totalmente inviável, fui tomar sol nesse calor infernal que está fazendo hoje.

Só havia um único problema: não tinha a menor ideia de onde comprar um fusível.

Pensei em ir num depósito de material de construção aqui perto de casa, mas tinha certeza que não teria lá. Perguntar não custa nada, então resolvi dar uma passada por lá. Obviamente não tinham mesmo. "Lá vou eu dar uma volta pelo centro do bairro", pensei.

Não é longe, mas ainda não tinha ideia exata de onde ir. "Talvez uma loja de eletrônica...". A loja mais próxima que eu conhecia ficava longe demais para minha coragem. Fiz uma busca no cérebro, porém minha memória não tem nenhuma associação de lojas com a palavra "fusível". A única coisa que me veio à mente foi "Santa Efigênia" que fica milhões de vezes mais longe que a loja de que lembrava.

Não tinha jeito, teria que dar umas voltas por aqui e achar algum lugar que vendesse um simples fusível.

Andei e andei e andei. Estava difícil. Se estivesse procurando por roupas, calçados, óculos, móveis, cadernos ou bancos, não teria nenhuma dificuldade. Passei inclusive por duas lojas de instrumentos musicais, algo não muito comum. E nada de um lugar que vendesse fusíveis.

Lembrei de um depósito grande que tem por aqui, lá deveria ter o que procurava. Provalmente tem, mas naquele momento estava fechado. "Hell!", pensei.

Achei que teria que ir no bairro vizinho, que possui uma "zona" comercial maior, embora seja provavelmente, em sua maioria, lojas de roupas. Mas no caminho talvez encontrasse algum lugar (inclusive aquela loja de eletrônica). Só que em São Paulo, o bairro vizinho fica longe, ainda mais para um pobre pedestre como eu (e num calor escaldante).

Olhando cautelosamente para os pontos de comércio ao lado, e também para a frente para não esbarrar em ninguém e em nada, encontrei uma assistência técnica. "Por que não pensei nisso antes?", na verdade eu sabia a resposta, mas deixa pra lá. Quando me aproximei percebi que eles consertavam ferramentas elétricas e já pressenti que não teriam o bendito fusível. E acertei.

Pesquisei no cérebro novamente, agora por "assistência técnica" e encontrei uns dois ou três resultados. Dei meia volta e segui para onde acreditava haver lojas desse tipo.

A preguiça, e a sede, estavam me atacando e por um momento pensei em desistir. Mas como voltaria pra casa e encararia meus familiares sem conquistar meu objetivo? Ainda mais agora com essa nova pista? Na verdade só pensava na minha internet.

No primeiro lugar em que pensei, estava errado. Havia uma loja de informática e acreditei erroneamente que eles poderiam ter o que prourava. Antes de sair, quase na porta, o atentendente me disse: "no ****" (sem propaganda gratuita), estava se referindo àquele depósito que já sabia estar fechado. Fingi que não escutei.

Segunda opção. Pensei que havia assistência técnica lá. Na verdade, houve. Agora não tinha nada parecido. 

Dei uma volta por ali, pois não lembrava exatamente onde ficava a terceira. E lá vou eu de novo andando por uma avenida, mas agora para o sentido contrário. Andando e observando por um certo tempo, encontrei um assistência técnica de televisores. Isso eu sabia que tinha fusível, pois já troquei de um aqui de casa.

Atravessei a rua. Tinha um homem sentado à porta, mas quando eu entrei não pareceu se importar. "Ou é um péssimo atendente ou simplesmente não trabalha aqui". Felizmente (para ele) era a segunda opção. Porém não havia ninguém lá para atender, pensei que poderia estar nos fundos da pequena loja. Pisei ruidosamente, tossi e bati, não com muita força, no balcão de madeira. A voz não é meu forte. Passou um tempo e um senhor veio me atender.

"Pois não?", ele disse. Mostrei o pequeno container de vidro com um fio rompido dentro e pergunte se ele tinha um desses. Ele colocou os óculos pendurados no pescoço e observou friamente o dispositivo. "5 àmperes", ele disse, me devolveu o bendito e foi em direção ao outro lado do balcão. Abriu uma gaveta com diversos compartimentos. Minha ansiedade já estava me matando. Ele pegou um e observou com a mesma frieza. Pegou outro e parecia comparar. Então ele deixou sobre o balcão e finalmente pronunciou: "cinquenta centavos". "Eu quero dois", pois sabia que era melhor ter um reserva, não queria ter de voltar lá tão cedo.

Ele me alertou que era um dispositivo de proteção e que se queimasse novamente eu teria que olhar o problema. Assenti, mas não falei nada, pois sabia que o problema era minha irmã e ela já deve ter aprendido que ferro de passar e filtro de linha não combinam. Além disso, não queria muita conversa e estava ansioso para voltar. Me parecia que o senhor da loja não iria se importar.

Finalmente voltei pra casa, triunfante. Bebi alguns litros d'água, peguei a chave de fenda e inseri os fusíveis (já tem um espaço para o reserva) no filtro de linha e o liguei. Coloquei uma roupa mais confortável (embora desse vontade de ficar sem roupa, por causa desse calorzão todo), sentei na cama e comecei a escrever este post.

Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009

2009! whatever

Minha vez de fazer um post sobre o ano novo. Ainda considero que o ano está novo, já que o carnaval ainda não passou.

Não sou de fazer promessas para o ano novo. Na verdade, já planejei minha vida há tempos e só altero o plano conforme as coisas vão acontecendo. Esse blog é também um desses pontos fora da curva (whatever).

Não preciso parar de fumar, porque não fumo. E não vou parar de beber tão cedo, já não bebo muito. Sei o que tenho que fazer e sei que promessas pro ano novo nunca dão certo. Isso não significa, contudo, que não tenho planos para este ano.

Esse ano não será (tão) diferente dos outros.

Estou finalmente iniciando um projeto do ano passado, que resultou em mais um blog para a minha coleção. A quem interessar, pode passar por lá quando quiser: http://codigocomcafe.blogspot.com.  E isso não se trata (somente) de nerdice. Estou "estudando" e pretendo seguir a carreira de programação profissionalmente.

Não vou mudar. Já tentei fazer isso antes, não deu certo. Então vou me adaptar ao meu jeito e ser feliz assim no que me resta de vida.

E o Vnen continuará do jeito que sempre foi. E também o DR.

P.S.: Este post não era pra ficar assim, mas estou com preguiça de fazer de novo, então vai assim mesmo e saibam que nem eu gostei.

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